A eletroestimulação muscular de corpo inteiro, a tal WB-EMS, já não é novidade – mas vem ganhando cada vez mais adeptos no esporte. O método, que começou na Alemanha nos anos 2000, agora é usado por craques do futebol e do vôlei, inclusive por aqui no Brasil.
Como funciona: impulsos elétricos estimulam grupos musculares enquanto o atleta se movimenta. Isso gera contrações extras, aumentando força e potência sem precisar de mais tempo de treino. O resultado? Mais explosão e menos desgaste nas articulações.
No Brasil, nomes pesados como Camila Brait e Jaqueline (vôlei) e Tamires (futebol) já adotaram a tecnologia. Brait usou no pós-parto para recuperar o core, Jaqueline voltou de um sabático com a ajuda do WB-EMS, e Tamires, aos 38 anos, segue na seleção brasileira.
O cofundador da rede Tecfit, Keko Rodrigues, explica que a tecnologia veio para ficar. Além do alto rendimento, ela também beneficia idosos e pessoas comuns na prevenção de sarcopenia e melhora da qualidade de vida.
A origem? Nadadores alemães testaram eletrodos em roupas de neoprene para treinar sem impacto. Depois, o método se espalhou para atletismo, futebol e vôlei. Até Benzema, do Real Madrid, usou em casa.
Com calendários apertados, a WB-EMS é uma estratégia para otimizar resultados. Seja para voltar de lesão ou ganhar vantagem competitiva, a eletroestimulação chegou para ficar.
Fonte: diarinho.net





