A Confederação Brasileira de Atletismo (CBAT) atualizou a Norma 7 e agora exige a identificação do sexo biológico nas inscrições de corridas de rua, sejam profissionais ou amadoras. A medida divide os competidores em apenas duas categorias: masculino e feminino, com base no nascimento.
Atletas trans que desejam competir por pódio precisam se enquadrar na categoria correspondente ao sexo biológico. Já a participação recreativa, com direito apenas a medalha, permite que corredores trans entrem na categoria feminina sem restrições, segundo a CBAT.
A decisão gerou reação negativa entre a comunidade LGBTQIAPN+, que vê a regra como um retrocesso. Até então, o Comitê Olímpico Internacional (COI) deixava os critérios para federações nacionais, mas já proibia atletas trans em Olimpíadas.
A categoria para pessoas com deficiência (PCD) não foi alterada. Federações estaduais podem ter regras próprias, desde que sigam as normas da CBAT. A entidade não detalhou punições para quem descumprir a regra.
Fonte: sampi.net.br





