A CazéTV virou um dos maiores fenômenos do streaming esportivo no Brasil. O segredo? Escutar o público e tratar torcedores como parte do time. Felipe Tebet, head de conteúdo, revelou os bastidores dessa estratégia no especial ‘O Business da Copa’.
No pré-jogo do primeiro jogo do Brasil na Copa, a live já tinha 3 milhões de pessoas simultâneas. A equipe ficou surpresa, mas uma enquete mostrou que 80% estavam em casa. Era uma escolha, não acaso.
A partir daí, a CazéTV entendeu que não era só uma transmissão, mas um espaço de convivência. O público começou a cobrar e participar ativamente. A plataforma passou a se organizar em torno da comunidade.
A proximidade se estendeu aos atletas. Nas Olimpíadas, torcedores sentiam que eram amigos de Rebeca Andrade. A CazéTV usou ‘mutirões’ para turbinar seguidores dos atletas, gerando visibilidade e valor comercial.
A escuta ativa também mudou a grade. Quando o público pediu um jogo de hóquei que não estava previsto, a CazéTV abriu a transmissão só com som ambiente. Funcionou e a audiência adorou.
O modelo deu tão certo que a plataforma arrecadou R$250 mil em um jogo do Paulistão para ajudar o goleiro Igor Rodrigues. A lição? Quando o torcedor se sente parte, ele vai além.
Fonte: mktesportivo.com





