Vôlei mundial mira 1,5 bilhão de fãs; plano ambicioso

Vôlei mundial mira 1,5 bilhão de fãs; plano ambicioso

Volleyball World quer dobrar o número de apaixonados pela modalidade e aposta na Liga das Nações.
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A Volleyball World tem um sonho grande: transformar o vôlei em um fenômeno ainda maior. Fundada em 2021 pela FIVB e pela CVC Capital Partners, a entidade quer pular de 800 milhões para 1,5 bilhão de fãs ao redor do planeta. A meta é ambiciosa e exige estratégia.

Quem explicou os planos foi Marcelo Hargreaves, diretor de produtos da Volleyball World, no podcast Maquinistas. Segundo ele, um dos maiores desafios é o ‘spike’ olímpico. O vôlei explode a cada quatro anos, mas perde fãs entre os Jogos. A solução? A Liga das Nações (VNL), um torneio anual que mantém o esporte no radar.

Para Hargreaves, a VNL é essencial para segurar o público. ‘Como manter esse pico entre as Olimpíadas? A VNL distribui eventos e conteúdo todo ano’, destacou. O executivo também lembrou que, na época da CBV, o mercado achava que o Banco do Brasil tinha exclusividade, o que dificultava novas parcerias.

Outro problema citado é a concorrência com streamings e videogames. ‘Antes não perdíamos jovens para isso, hoje sim’, lamentou. A saída é transformar o vôlei em negócio, com a CVC ajudando a profissionalizar. O dinheiro dos patrocínios, segundo ele, é reinvestido no esporte.

Os mercados prioritários são Brasil, EUA, Itália, Polônia, Turquia, Japão, China e Tailândia. Para os EUA, a Copa do Mundo Feminina de 2025 será um teste de fogo. A final será no Honda Center, palco do vôlei em Los Angeles 2028. ‘É a faísca que precisamos’, acredita Hargreaves.

Fonte: maquinadoesporte.com.br

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