No Espírito Santo, a corrida de rua virou sinônimo de recomeço. Luísa Moratori e Sérgio Pavese são provas vivas de que o esporte pode vencer dores e doenças que pareciam sem solução.
A gestora de marketing Luísa, de 37 anos, sofreu com lombalgia crônica após o sedentarismo na pandemia. A dor a impedia de trocar de roupa sozinha, e até antidepressivos não resolveram. A saída foi o pilates e, depois, a corrida.
Ela começou correndo metros, depois 5 km. Em 2024, completou as Dez Milhas Garoto, atravessando a Terceira Ponte. Em 2026, foi além: fez os 21 km da Maratona de São Paulo. Hoje, cada medalha lembra sua liberdade.
Já o músico Sérgio Pavese, também de 37 anos, conviveu com a obesidade desde pequeno. Aos 142 quilos, tarefas simples eram sofridas. Após cirurgia bariátrica, mudou a alimentação e viu na corrida uma arma contra a ansiedade.
Com 60 quilos a menos, ele usa cada treino para refletir sobre sua jornada. Para Sérgio, correr é mais que esporte: é libertador. “Quando não estou bem, já sei que preciso treinar”, afirma.
Fonte: eshoje.com.br





