A Fifa entrou em campo com polêmica fora das quatro linhas. O presidente Gianni Infantino está na mira do Parlamento Europeu após conceder o Prêmio da Paz a Donald Trump.
A denúncia partiu da ONG FairSquare e foi abraçada pela Federação Norueguesa de Futebol, mas agora ganhou peso político. Cerca de 50 eurodeputados, incluindo nomes como Barry Andrews, da Irlanda, assinaram uma carta enviada ao Comitê de Ética da Fifa.
A acusação é de que Infantino teria violado o Artigo 15 do Código de Ética, que exige neutralidade política dos dirigentes. O prêmio foi entregue em dezembro, logo depois de Trump não ter levado o Nobel da Paz, para o qual havia se candidatado abertamente. E a decisão, segundo os parlamentares, foi tomada sem consultar as bases da entidade.
O eurodeputado irlandês Barry Andrews não poupou críticas: “A Copa do Mundo deveria unir o mundo. Mas quando o presidente da Fifa favorece um presidente em detrimento de outro, isso traz descrédito à Fifa e ao torneio”, disparou ao site Inside World Football.
Além de Andrews, outros parlamentares como Lara Wolters (Holanda) e Niels Fuglsang (Dinamarca) engrossam o coro por transparência. O pedido é claro: que o comitê de ética da Fifa investigue a fundo a atribuição do prêmio e assegure o devido processo legal.
Fonte: maquinadoesporte.com.br







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