A ofensiva contra quem insiste em mostrar a Copa do Mundo na faixa acaba de ganhar um novo round. O Grupo de Responsabilidade e Confiabilidade (TAG) mirou direto no caixa dos piratas e desmonetizou 1.376 domínios que exibiam partidas sem licença. O recado é claro: sem grana de anúncio, a farra acaba mais cedo.
Quase ao mesmo tempo, o Departamento de Justiça dos EUA também entrou em campo e apreendeu cerca de 400 domínios envolvidos na transmissão irregular. A operação conjunta envolveu gigantes como Fifa, beIN Media Group e Warner Brothers, além de autoridades de países como Bulgária, Colômbia e Romênia.
A estratégia do TAG funciona como um radar: monitora sites ilegais em tempo real e compartilha a lista negra com empresas de publicidade digital. “Eventos globais são alvos fáceis para criminosos que roubam conteúdo popular e desviam verbas legítimas”, explicou Rachel Nyswander Thomas, diretora de operações da entidade.
Nos bastidores, a investigação americana contou com o reforço do Centro Nacional de Coordenação de Direitos de Propriedade Intelectual. O procurador-geral adjunto A. Tysen Duva não aliviou: “Apreendemos centenas de domínios usados para lucrar ilegalmente com as transmissões”.
E a pressão não para por aí. Recentemente, o gigante pirata Streameast saiu do ar depois de ser enquadrado pela Aliança para a Criatividade e o Entretenimento (ACE), que reúne pesos pesados como Amazon, Apple TV+ e Netflix. A rede de cerco internacional mostra que o jogo sujo está cada vez mais difícil.
Torcedor capixaba, fica a dica: o caminho mais seguro (e sem dor de cabeça) ainda é a transmissão oficial. Enquanto os órgãos de fiscalização afiam as garras, a pirataria que se cuide – porque o bloqueio é só o primeiro tempo.
Fonte: mktesportivo.com








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