O martelo só vai bater quando Pedrinho reassumir a presidência da SAF. Foi o que deixou claro Marcos Lamacchia, filho do empresário José Roberto Lamacchia, em sua primeira manifestação pública sobre o negócio que pode dar ao clube 90% de sua Sociedade Anônima do Futebol.
Segundo ele, a operação já está “praticamente concluída”, mas os entraves jurídicos e as brigas políticas internas estão segurando a assinatura. Lamacchia não poupou críticas aos opositores de Pedrinho, classificando-os como pessoas com “muitos interesses pessoais”.
As conversas se arrastam por quase dois anos, com intensas trocas de contratos. O empresário rebateu as acusações de falta de transparência: mais de dez representantes do Vasco participaram das reuniões, inclusive os que hoje tentam tumultuar.
Outro ponto enfatizado: Leila Pereira, presidente do Palmeiras e esposa de seu pai, não tem qualquer envolvimento na transação. Quem banca a operação é o patriarca da família, que será o avalista para o pagamento das dívidas.
O retorno de Pedrinho é a condição-chave. Enquanto a disputa política não se resolve, o Vasco segue em compasso de espera – e a torcida, ansiosa, só quer saber quando o negócio vai, de fato, virar realidade.
Fonte: mktesportivo.com







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