A farra de quem transmitia a Copa do Mundo no jeitinho acabou no prejuízo. Nesta quarta (1º), quase 1.400 sites piratas amargaram a perda da sua receita publicitária, após uma ação coordenada que mirou no bolso desses espertinhos.
O Grupo de Responsabilidade e Confiabilidade (TAG) montou uma lista negra com 1.376 domínios e compartilhou com toda a cadeia de publicidade digital. Assim, os pagamentos foram bloqueados e o dinheiro parou de pingar.
Enquanto isso, o Departamento de Justiça dos EUA entrou em campo com força. Mais de 400 domínios ilegais foram confiscados, com apoio de pesos pesados como Fifa, Warner Bros. e beIN Media Group.
Os sites derrubados estavam espalhados por países como Bulgária, Colômbia, Croácia, Peru, Polônia e Romênia. A TAG usa uma plataforma de alerta precoce que detecta as transmissões piratas e sufoca o financiamento quase em tempo real, explicou Rachel Nyswander Thomas, diretora de operações.
O cerco contra a pirataria não é de hoje. O Streameast, considerado um dos maiores streamings ilegais do planeta, já havia sido fechado pela Aliança pela Criatividade e Entretenimento (ACE), que reúne gigantes como Amazon, Apple TV+, Netflix e Paramount.
Para o torcedor capixaba que curte o futebol sem mutreta, a notícia é um alívio: a transmissão oficial fica cada vez mais protegida.
Fonte: maquinadoesporte.com.br







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