A derrota do Brasil para a Noruega nas oitavas da Copa de 2026 não deixou só o torcedor capixaba de luto. Os patrocinadores da Seleção e das transmissões também entraram em modo mudo. Na TV, o apito final foi seguido de volta à programação normal – Globo partiu pro Domingão com Huck, SBT exibiu o Programa Silvio Santos e o SporTV só mostrou os créditos. Até a CazéTV cortou pra estúdio.
Nas redes sociais, o cenário foi parecido. Empresas que tinham feito campanhas de incentivo antes do jogo simplesmente desapareceram. Guaraná Antarctica, Vivo e Volkswagen, que estavam hypando a partida, não soltaram nenhum post sobre o resultado. O vazio incomodou mais que a eliminação.
A exceção foi o Itaú. O banco alterou a comunicação no Instagram e publicou uma mensagem ligada à decepção dos torcedores. Foi o único patrocinador oficial a encarar a derrota de frente. Enquanto isso, as demais marcas preferiram o silêncio estratégico.
Essa postura levanta um papo sério sobre planejamento de patrocínio em eventos emocionais como a Copa. Não basta aparecer só na vitória – o torcedor espera que a marca esteja presente também nos momentos de frustração. Fica a dica pros marketeiros de plantão.
Fonte: mktesportivo.com







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