O sonho do hexa acabou, e a galera ficou na bad. Mas quem mexeu os pauzinhos rapidinho foram os patrocinadores da Seleção. Enquanto a torcida processava o 2 a 1 para a Noruega, marcas como Itaú, Rexona e Vivo já estavam trocando a rota das campanhas.
A Rexona foi a mais rápida: ainda antes do apito final, já tinha uma mensagem preparada para o cenário de derrota. Cerca de 40 minutos depois, postou um vídeo com torcedores emocionados e um recado de que novas comemorações virão. É a marca mostrando que não abandona o barco.
O Itaú, patrocinador oficial da CBF, preferiu apagar tudo. Em questão de minutos, removeu mais de 500 publicações do Instagram relacionadas à Copa e até mudou a descrição do perfil. Já a Vivo esperou umas horinhas e soltou um ‘modo avião’ em tom de desabafo.
Antes do jogo, era uma loucura. O iFood, por exemplo, atingiu 185 milhões de pessoas com sua campanha. A Vivo teve 1,4 milhão de interações, e a Volkswagen quase 300 milhões de impactos. A Rexona investiu pesado: metade do orçamento anual da marca no Brasil foi para a Copa, um aumento de 10% em relação ao ano anterior.
Além dessas, outras marcas como Guaraná Antarctica, Google, Uber e Sadia também estavam na festa. Mas, até o fim da noite, só Itaú, Vivo e Rexona tinham se mexido para adaptar o conteúdo ao novo cenário. O resto ficou na moita.
Enfim, a Copa acabou para o Brasil, mas as marcas já estão de olho no próximo ciclo. Enquanto isso, a torcida capixaba segue na esperança – e nos memes.
Fonte: mktesportivo.com







Deixe um comentário