Estatísticas revelam os erros do Brasil na Copa de 2026
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Estatísticas revelam os erros do Brasil na Copa de 2026

Veja os números que explicam a eliminação precoce da seleção brasileira na Copa de 2026.

O Brasil caiu nas oitavas de final para a Noruega e amargou o 11º lugar, a pior posição desde 1966. A sequência de 26 anos avançando além dessa fase foi interrompida de vez.

Na partida da eliminação, a seleção teve apenas 34% de posse de bola, o menor índice já registrado em Copas desde 1966. Para completar, o time ficou na lanterna em distância percorrida até as oitavas, com média de 73 km por jogo, e subiu para 31º no fim.

Nos dribles, a tradicional habilidade brasileira sumiu: apenas 7,2 certos por partida, 24ª posição, atrás de seleções como Curaçao, Jordânia e Cabo Verde. O técnico Carlo Ancelotti, o mais bem pago da Copa com R$ 5 milhões mensais (que subirão para R$ 6 milhões), não conseguiu mudar o quadro.

As lesões também pesaram: sete jogadores perderam o Mundial, com destaque para seis atletas do lado direito: Militão, Vanderson, Wesley, Raphinha, Paquetá, Rodrygo e Estevão. O saldo foi uma campanha que deixou o torcedor capixaba e nacional com gosto amargo.

Fonte: folhavitoria.com.br

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