A América do Sul volta a se encontrar em clima de grande festa esportiva. Os Jogos Sul-Americanos, principal evento multiesportivo do continente, começam neste sábado (12) e seguem até 26 de setembro, espalhados por cinco cidades argentinas: Santa Fé, Rosário, Rafaela, Mar del Plata e Buenos Aires.
O Time Brasil chega com 500 atletas e representantes em 52 modalidades — 29 delas com vaga em disputa para o Pan de Lima-2027. A turma é bem misturada: 36,1% dos convocados vão viver a primeira experiência em Jogos.
Entre os medalhões, o atletismo conta com Alison dos Santos, o Piu, recordista mundial dos 400 m com barreiras. Nas águas abertas, a liderança é da campeã olímpica e mundial Ana Marcela Cunha. No tiro com arco, quem puxa a fila é Marcus D’Almeida, vice-campeão mundial.
Tem mais peso na delegação verde e amarela. No boxe, os medalhistas mundiais Luiz Gabriel Oliveira, o Bolinha, Yuri Falcão e Isaías Filho. No vôlei de praia, Carol e Rebecca, com medalhas em Mundial no currículo. No taekwondo, os campeões mundiais Henrique Marques e Maria Clara Pacheco. Já Felipe Wu, medalhista olímpico no tiro esportivo, sinalizou que este é o seu último ciclo olímpico.
A aposta do Comitê Olímpico do Brasil (COB) é justamente essa troca de bastão. Para Yane Marques, vice-presidente do comitê e chefe de missão do Time Brasil, o equilíbrio entre quem já viveu grandes competições e quem está começando a construir trajetória é o que fortalece o esporte brasileiro agora e nos próximos anos.
Em Assunção-2022, o Brasil subiu ao pódio 319 vezes: 133 ouros, 100 pratas e 86 bronzes. Uma dessas pratas foi de Viviane Jungblut, que ficou a apenas um segundo de Ana Marcela. Agora com mais treino e preparo, Vivi Jungblut avisa que está pronta para fazer bonito na Argentina.
Fonte: eshoje.com.br







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