O último dia da ginástica rítmica nos Jogos Sul-Americanos de Santa Fé 2026 foi praticamente uma festa brasileira. Nesta segunda-feira (21), em Rosario, na Argentina, o time verde-amarelo levou todos os ouros que estavam na mesa, tanto nas provas individuais quanto no conjunto. E o Espírito Santo, claro, estava bem representado nesse pacote.
A seleção brasileira de conjunto, campeã mundial em 2026, contou com a capixaba Sofia Madeira na formação e fechou a série mista (três arcos e duas maças) com a maior nota do mundo neste ciclo: 29.550. Foi o terceiro ouro do grupo, que também já havia vencido o conjunto geral e a série de cinco bolas. Nota alta, ouro no peito e sensação de dever cumprido.
No individual, Jojô também deu show. Depois da prata no individual geral no domingo, a capixaba voltou ao tapete e conquistou o ouro nas maças, além da prata no arco. Três medalhas na bagagem e aquele gostinho de temporada bem fechada.
“Foi muita superação estar aqui. Persisti muito e coloquei na minha cabeça de ir até o final independentemente do resultado. Esta foi uma competição para me reconectar comigo mesma depois de um Mundial não tão bem. Mas fechar o ano de 2026, que foi bom, com essas medalhas e numa competição boa foi muito importante”, contou Jojô.
Outras brasileiras também fizeram bonito em Rosario. A catarinense Maria Eduarda Alexandre, campeã geral, ganhou ouro no arco e na fita e ficou com a prata na bola e nas maças. Já a paranaense Bárbara Domingos, a Babi, subiu no lugar mais alto do pódio na bola e levou prata na fita.
Resultado que reforça o peso da ginástica rítmica nacional e, de quebra, coloca o nome do Espírito Santo mais uma vez no mapa do esporte internacional. Santa Fé 2026 entra para a conta capixaba com direito a ouro, prata e muita moral.
Fonte: folhavitoria.com.br







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