A máxima de que juiz bom é o que ninguém vê foi pro espaço na reta final da Copa do Mundo. Depois de uma primeira fase até calminha, os apitadores viraram protagonistas e tão dando um trabalhão pra Fifa.
O caso mais peludo foi com os Estados Unidos: Balogun levou vermelho do brasileiro Raphael Claus por uma solada. Nosso querido presidente Trump meteu o bedelho e pediu a suspensão da punição. A Fifa, pra não criar caso, atendeu e ainda saiu em defesa de Claus, dizendo que ele é um dos melhores do mundo. A Bélgica, que se classificou, não engoliu e exigiu transparência.
No duelo Argentina e Egito, a fera pegou fogo. O Egito saiu revoltado depois de um gol anulado pelo francês Letexier, que viu falta no início da jogada. O atacante Ziko soltou o verbo: ‘Injustiça total, torneio manipulado’. O técnico Hassan falou em pressão argentina. A Fifa, até agora, nada.
Pra evitar mais confusão, a entidade escalou o argentino Facundo Tello no jogo França x Marrocos, já que a torcida e imprensa francesas reclamaram de Letexier. Mas o caldo entornou também com a Croácia: Gvardiol teve gol anulado por um toque de cabeça detectado pelo sensor, e a federação croata já enviou um comunicado contestando.
Agora é esperar pra ver se a Fifa vai conseguir apagar esses incêndios ou se a arbitragem vai continuar roubando a cena até o fim do torneio.
Fonte: eshoje.com.br







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