O jogo do Brasil nas oitavas de final começou tenso, e logo aos 13 minutos veio a bomba: Bruno Guimarães, craque da Seleção, parou nas mãos do goleiro norueguês. O pênalti, marcado após falta em Matheus Cunha com ajuda do VAR, foi defendido por Ørjan Nyland, deixando a torcida em choque em Nova Jersey.
Esse vacilo colocou o meio-campista em um clube seleto e nada desejado. Desde 1986, quando Zico errou contra a França nas quartas, ninguém falhava uma penalidade no tempo regulamentar da Copa. Antes deles, só Waldemar de Brito (1934) e Patesko (1938) haviam feito feio — com o perdão da torcida, claro.
O Brasil não começou bem: logo aos dois minutos, a Noruega até balançou as redes, mas o gol foi anulado por impedimento. Depois do susto, a Seleção assumiu o controle, criou chances, mas também levou perigo nos contra-ataques. Alisson teve que trabalhar para segurar o empate sem gols até o intervalo.
O erro de Bruno Guimarães quebra um jejum de quatro décadas e o torna o quarto brasileiro a errar pênalti em Copas no tempo normal. Em disputas alternadas, a lista é maior: Sócrates e Júlio César (1986), Márcio Santos (1994), Willian e Hulk (2014), além de Rodrygo e Marquinhos (2022) já deixaram suas marcas na trave ou nas luvas dos goleiros.
Com a partida ainda aberta, a torcida capixaba e do Brasil inteiro espera que o volante se recupere — e que a história não se repita como em 1986. Afinal, naquele ano, Zico errou e a França avançou nos pênaltis. Será que desta vez o final será diferente?
Fonte: eshoje.com.br







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