Chega de só jogar hóquei! O Canadá mostrou que também sabe brilhar no futebol e, de quebra, encheu os cofres. A campanha até as oitavas da Copa de 2026 rendeu US$ 18,5 milhões em premiações da Fifa, um baita respiro financeiro pra federação local.
O dinheiro vem assim: US$ 12,5 milhões pela participação, mais US$ 2 milhões por ter passado da fase de grupos e outros US$ 4 milhões por cair nas oitavas. Metade do que sobrou das fases eliminatórias vai pros jogadores – tanto da seleção masculina quanto da feminina, combinado em acordo coletivo.
Nem tudo são flores, viu? Em 2025 a federação amargou um déficit de US$ 1,01 milhão. Mas a projeção pra 2026 é de superávit de US$ 4,61 milhões, tudo graças à grana da Copa e a novos acordos comerciais. O técnico Jesse Marsch, que renovou até 2030, quer que o legado seja usado pra formar talentos.
A prioridade agora é construir um centro nacional de treinamento, contratar treinadores em tempo integral pras categorias de base e criar programas de alto rendimento. Marsch é claro: quer transformar idas às oitavas em rotina, não em exceção.
Fora a grana da Fifa, a federação lançou a campanha Canada Rising pra levantar 25 milhões de dólares canadenses até 2027. O gol do Stephen Eustáquio na Copa deu uma turbinada na visibilidade do esporte por lá, atraindo mais patrocinadores e doadores. O processo pra escolher os parceiros do centro de treinamento já começou.
Fonte: mktesportivo.com








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