O tatame do Rio de Janeiro viu o Espírito Santo passar. No fim de semana, a delegação capixaba de jiu-jitsu faturou 32 medalhas no Rio Spring International Open 2026, competição disputada na capital fluminense ao longo de três dias.
O placar capixaba ficou assim: 9 ouros, 15 pratas e 8 bronzes. Um desempenho de encher o peito, com atletas espalhados pelas categorias de base, adulto e master, misturando experiência e gente nova querendo espaço.
Quem comandou o grupo foi o professor Fledis de Oliveira, que não ficou só na beira do tatame. Ele também competiu e saiu com o terceiro lugar na Master 2, faixa preta, peso pesado, na modalidade sem kimono. Exemplo puxado de dentro pra fora.
A tropa capixaba veio de várias equipes: Checkmat, GFTeam, Instituto Missão Superar (IMS), Instituto Renascer, Oklin, Striker Jiu-Jitsu e Nova União. Entre os destaques, Larissa Nascimento da Silva Lopes e Michel Parussoli faturaram dois ouros cada, enquanto Emily Pereira Silva subiu no lugar mais alto e também levou prata.
Para Fledis, estar num torneio internacional desse tamanho vale muito além da medalha. Segundo ele, a competição abre porta para desenvolvimento, troca técnica e confronto com gente de outros estados e países, e reflete o trabalho de professores, equipes, projetos esportivos e instituições que apostam na formação da base ao alto rendimento.
Organizado pela CBJJ e pela IBJJF, o campeonato reuniu brasileiros e estrangeiros e ainda rendeu pontos valiosos no ranking nacional e internacional. Ou seja: o Espírito Santo não voltou só com peso extra na mala — voltou com posição melhor na fila.
Fonte: eshoje.com.br







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