Fala, torcedor capixaba! A Copa do Mundo de 2026 não vai ser só um show de bola: a grana que a FIFA vai desembolsar é de fazer qualquer um pular da cadeira. O torneio, que rola nos Estados Unidos, Canadá e México, terá a maior premiação já vista, com um total de US$ 727 milhões (R$ 3,79 bilhões) para as 48 seleções.
O campeão, além da glória eterna, vai levar para casa US$ 51,5 milhões (R$ 268 milhões), somando o prêmio esportivo de US$ 50 milhões com o bônus de preparação. O vice-campeão não fica para trás: US$ 33 milhões (R$ 172 milhões) é o prêmio para quem perder a final. Já o terceiro lugar garante US$ 29 milhões (R$ 141 milhões), e o quarto colocado, US$ 27 milhões (R$ 140 milhões).
E não pense que só os primeiros levam uma bolada. As seleções eliminadas nas quartas de final (5º ao 8º lugar) recebem US$ 19 milhões (R$ 99 milhões). Quem parar nas oitavas (9º ao 16º) embolsa US$ 15 milhões (R$ 78,2 milhões). Até quem for eliminado na fase de grupos, entre 33º e 48º lugar, não sai de mãos abanando: US$ 9 milhões (R$ 46,9 milhões) mais o auxílio de US$ 1,5 milhão, totalizando no mínimo US$ 10,5 milhões (R$ 54,7 milhões).
Esse montante é 50% maior que o distribuído no Catar em 2022, quando a FIFA pagou US$ 440 milhões. Para ter ideia, em 2014, no Brasil, foram US$ 358 milhões. O aumento reflete a expansão do torneio para 48 seleções e o crescimento das receitas comerciais. A Copa de 2026 já entra para a história como a edição mais valiosa de todos os tempos.
Enquanto a bola não rola, a gente fica na torcida para que a Seleção Brasileira, se chegar lá, possa trazer o hexa e essa bolada para casa. Será que o Brasil repete o feito de 1994 e 2002? O bolso e o coração agradecem!
Fonte: mktesportivo.com







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