A Copa do Mundo de 2026 não é só sobre futebol: virou o principal palco da briga entre as gigantes da inteligência artificial. Enquanto a festa rola nos estádios, Lenovo, Google e até a OpenAI, dona do ChatGPT, disputam a atenção dos torcedores com soluções inovadoras.
Parceira oficial da Fifa, a Lenovo trouxe três sistemas baseados em IA. Um deles é o impedimento automático, que cria avatares 3D de cada jogador para maior precisão. A câmera do árbitro, que estreia no Mundial, também ganhou imagens estabilizadas por IA. Além disso, o FIFA AI Pro, disponibilizado gratuitamente a todas as seleções, permite analisar adversários com base em vídeos e dados.
Já a petrolífera saudita Aramco, mesmo sem atuar em tecnologia, patrocina o FIFA Power Ranking. Esse sistema usa IA para classificar o desempenho e dar notas aos jogadores durante a Copa.
O Google, por sua vez, escolheu firmar parcerias com seleções de peso. Fechou acordos com CBF, AFA e US Soccer para promover o Gemini, sua IA generativa. Na transmissão da CazéTV pelo YouTube, o Gemini foi usado ao vivo para trocar cenários, impactando 1,4 milhão de dispositivos.
O ChatGPT, mesmo sem patrocinar a Copa, não ficou de fora. Lançou uma ferramenta dedicada ao torneio e recebeu 17 milhões de solicitações na semana que antecedeu o início. Lionel Messi foi escalado para divulgar a função de mudar a cor do cabelo, e influenciadores como Vitor Lo e Bernardo Central também entraram na jogada.
Com tantos players na área, a Copa 2026 mostra que a IA é a nova estrela do esporte. Quem vai sair ganhando? O torcedor, que tem acesso a cada vez mais tecnologia.
Fonte: maquinadoesporte.com.br







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