O aquecimento da Copa do Mundo já aqueceu também os balanços da Adidas. Enquanto a bola rola nos estádios, os números da gigante alemã sobem no mesmo ritmo.
O analista Akshay Gupta, do HSBC, crava: crescimento de 15% em vendas no segundo trimestre e margem EBIT de 10,6%. Isso é um salto de 470 pontos-base em relação ao ano passado. A força da marca e a pinta de superação da concorrente Nike ajudam demais.
Falando em grana, a Copa já garantiu € 250 milhões extras no primeiro trimestre e deve repetir o feito agora. O tráfego online disparou 33%, enquanto a Nike patinou com queda de 2%. Nas lojas físicas americanas, o movimento subiu 4,2% em maio e deu um pico de 16% na primeira semana do Mundial.
Isso porque a Adidas veste 14 seleções, quatro delas entre as dez melhores do ranking. Mais que isso: abriu sua primeira loja 100% futebol nos EUA e montou espaços exclusivos em 35 unidades da Nordstrom com produtos do torneio. Olha o marketing!
E os sneakers? Modelos como o Samba e o Samba Jane seguem na boca do povo. No segmento de corrida, o Adizero Adios Pro Evo 3 brilhou na Maratona de Londres. O Deutsche Bank também já elevou sua projeção de vendas para 16% no trimestre.
Enquanto a reestruturação da marca caminha para o fim, a Europa continua sendo o filé mignon do crescimento. E com o embalo da Copa, revisar para cima as metas de 2026 está na ponta do bico da chuteira. Björn Gulden que o diga!
Fonte: mktesportivo.com







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