A Copa de 2026 nos EUA trouxe uma novidade que agita o espetáculo: animadores de torcida e bandinhas típicas da NFL dando o ar da graça nos intervalos. Mas, ó, a FIFA não está pra brincadeira e meteu o pé no freio em qualquer abuso de marca.
A política de ‘espaço limpo’ da entidade exige que nem um logo de patrocinador concorrente apareça nos uniformes dos grupos. Resultado? As cheerleaders do Philadelphia Eagles tiveram que tampar o símbolo da Nike com remendos. Já os músicos do San Francisco 49ers, em vez do uniforme tradicional, entraram em campo com camisetas e calções branquinhos da Adidas.
Mas nem todo mundo sofreu. A banda do New York Giants, a G-Line, escapou de grandes mudanças porque seus integrantes já se apresentam de camiseta básica. Essas adaptações são só um detalhe para garantir o brilho das performances durante as pausas de hidratação, que animam a galera e dão um gostinho cultural norte-americano ao futebol.
Vale lembrar que muitas dessas equipes de entretenimento nem são contratadas diretamente pelos times da NFL, mas por produtoras especializadas. Assim, a FIFA mantém o controle da imagem nos estádios, enquanto a torcida capixaba que tá ligada na Copa curte um show extra.
E a limpeza não para nos uniformes: até o nome do Levi’s Stadium, batizado por uma grife de jeans, precisou ser coberto. Afinal, na festa da FIFA, patrocinador que não é parceiro fica de fora – mesmo que seja dono do pedaço.
Fonte: maquinadoesporte.com.br







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