Gol de placa e fumaça: os segredos da Copa de 70 que nem o Zagallo lembra

Relembre as curiosidades da campanha do tri que colocou o Brasil no mapa do futebol mundial.

Em 1970, o Brasil conquistou o tricampeonato mundial no México com uma seleção que até hoje é considerada a melhor de todos os tempos. Mas por trás dos gols de Pelé e Jairzinho, havia um time que jogava dominó e tomava café antes das partidas. O ritual pré-jogo era sagrado: todos os jogadores se reuniam no vestiário para uma partida de dominó enquanto o café passava. Dizem que Pelé era o melhor no jogo de tabuleiro, mas perdia feio para Gérson.

A final contra a Itália no Estádio Azteca foi um show à parte. O terceiro gol brasileiro, marcado por Carlos Alberto após uma troca de passes que envolveu quase todo o time, é considerado o gol mais bonito da história das Copas. O curioso é que a jogada começou com um chute de Pelé para o lado, que parecia um erro, mas na verdade foi proposital: ele viu a movimentação de Jairzinho e só deu continuidade. A fumaça dos charutos no banco de reservas era tanta que o técnico Zagallo mal enxergava o campo.

Outra curiosidade é que a seleção brasileira foi a única a usar três capitães diferentes durante o torneio: Pelé, Gérson e Carlos Alberto. Cada um liderou a equipe em partidas distintas, mantendo o espírito de grupo. E o mascote não era o canarinho, mas sim um papagaio chamado Louro, que ficava no hotel e imitava os gritos de ‘é campeão’ dos jogadores. Até hoje, torcedores antigos juram que o papagaio cantava o hino nacional.

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