O esporte brasileiro pode levar uma rasteira com a reforma tributária em discussão no Congresso. Em audiência pública no Senado, debatedores apontaram que as mudanças podem reduzir investimentos e incentivos fiscais que hoje beneficiam clubes, atletas e projetos esportivos. É um cenário que preocupa todo mundo que respira esporte no Brasil, desde o vôlei de praia até o futebol de várzea.
Segundo os participantes, a proposta atual pode acabar com mecanismos como a Lei de Incentivo ao Esporte, que permite a destinação de parte do Imposto de Renda para ações esportivas. Sem esses recursos, muitos projetos podem ficar sem financiamento. Imagine só: escolinhas de base, competições regionais e até mesmo a preparação de atletas olímpicos podem perder o fôlego. É como se o juiz apitasse o fim do jogo antes da hora.
Outro ponto crítico é a tributação de eventos esportivos e a venda de direitos de transmissão. A carga tributária maior pode encarecer ingressos e reduzir a arrecadação de clubes, que já enfrentam dificuldades financeiras. Para o torcedor capixaba, isso pode significar menos jogos em Vitória, menos shows no estádio e mais dificuldade para ver o time do coração. Afinal, ninguém merece pagar mais caro pra ver aquele clássico suado.
Os debatedores sugeriram que o texto da reforma seja ajustado para preservar os benefícios ao setor. Eles defendem que o esporte é uma ferramenta de inclusão social e desenvolvimento, e não pode ser prejudicado. É a velha história: o esporte tira a garotada da rua, promove saúde e ainda gera emprego. Perder isso seria um gol contra e tanto.
A discussão continua nas próximas semanas, com novas audiências e negociações. Enquanto isso, torcedores e dirigentes ficam de olho, torcendo para que o esporte não saia perdendo nessa partida. E aí, será que os políticos vão ouvir o apito da torcida? Vamos acompanhar de perto, porque em time que está ganhando não se mexe – e o esporte brasileiro já mostrou que pode ser campeão.
Fonte: www12.senado.leg.br





