A Premier League já definiu o que vem por aí na temporada 2026/27. E, para surpresa de ninguém, o campeonato mais acelerado do mundo não vai parar para os jogadores beberem água. As pausas para hidratação, que viraram rotina na Copa do Mundo de 2026, ficaram de fora.
O motivo? O clima inglês, claro. Com temperaturas raramente passando dos 32°C, a liga entendeu que não faz sentido interromper o jogo. Howard Webb, chefão da arbitragem local, e os clubes bateram o martelo: sem pausas. Enquanto isso, na Copa, as paralisações geraram até polêmica com comerciais de TV – nos EUA, cada intervalo de 30 segundos chegou a custar US$ 1 milhão.
Outra novidade que ficou pelo caminho foi a chamada ‘Lei Vini Jr.’, criada após o caso de racismo com o brasileiro no Benfica x Real Madrid. A regra, que dava cartão vermelho para quem tapasse a boca em discussões, foi usada no Mundial, mas a Premier League preferiu manter os protocolos atuais de combate à discriminação. Para a PGMOL, as ferramentas já existentes são suficientes.
Mas nem tudo foi ‘não’ por lá. O VAR vai ganhar novos poderes. A partir da próxima temporada, gols poderão ser anulados se o árbitro de vídeo identificar faltas antes de escanteios ou bolas paradas – um jeito de coibir os empurrões na área. Além disso, a tecnologia poderá intervir em casos de segundo cartão amarelo aplicado por engano, como quando o jogador errado é punido ou a infração não existiu.
Por outro lado, os clubes barraram a ideia de revisar todos os escanteios no VAR, com medo de quebrar o ritmo do jogo. No fim das contas, a Premier League segue firme no estilo ‘sem frescura’, mas com um olho na arbitragem. E você, torcedor, o que acha dessas mudanças?
Fonte: mktesportivo.com







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