Rive encerra estreia no profissional com saldo positivo e olho em 2027
Futebol de Base

Rive encerra estreia no profissional com saldo positivo e olho em 2027

Time de Alegre bateu na trave do acesso na Série B Capixaba, mas projeto profissional só está começando

A primeira temporada do Rive no futebol profissional terminou com gostinho de quase. O time de Alegre avançou em segundo lugar no Grupo Centro-Sul da Série B Capixaba, somando 17 pontos, e chegou às semifinais. No mata-mata, abriu vantagem sobre o Linhares FC, mas caiu nos pênaltis depois de perder o jogo de volta por 1 a 0.

Mesmo sem o acesso, o presidente Camilo Coelho avalia o ano como positivo. Para ele, o objetivo principal era subir, e o tropeço faz parte do jogo. Só que, tratando-se da primeira competição profissional do clube, a impressão deixada foi boa: estrutura montada, elenco competitivo e confrontos de igual para igual com times tradicionais.

A profissionalização representou um passo e tanto para um clube com história no amadorismo de Alegre. Depois de concluir a compra do Gálatas e garantir vaga na Série B, o Rive passou a representar a cidade em uma disputa profissional pela primeira vez, reacendendo uma rotina que a torcida não vivia desde o encerramento das atividades do Alegrense. Famílias voltaram ao estádio, crianças passaram a acompanhar os jogos e a camisa do clube virou presença constante na cidade.

Durante a Série B, o Rive mandou suas partidas no Estádio Arsílio Caiado Ferreira, que pertence ao Comercial de Alegre. A Arena Rive segue no papel, e o clube pretende firmar parceria com o Comercial e com o poder público para melhorar a estrutura e ampliar a capacidade de receber torcedores. O projeto da casa própria prevê mais de 2 mil lugares, com expectativa inicial de conclusão das obras em dezembro. Camilo fez questão de elogiar o trabalho do presidente Marinho, que segundo ele cuida do campo como ninguém.

Com a temporada profissional encerrada, o planejamento de 2027 já está rodando. A intenção é disputar de novo a Série B e a Copa Espírito Santo, sem deixar de lado a formação de jogadores. O clube mantém as equipes Sub-15 e Sub-17 nas competições de base e quer aproximar cada vez mais essa garotada do time profissional. Trabalho, segundo o dirigente, é o que não vai faltar.

Fonte: ge.globo.com

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