A Bélgica aprontou em Seattle. Depois de tomar dois gols de Senegal, buscou uma virada por 3 a 2 no Lumen Field que carimbou a vaga na fase seguinte — e ainda transformou o uniforme em protagonista.
O modelo, assinado pela adidas, já chamava a atenção pelo conceito ousado: formas gráficas, cores e detalhes que ecoam o surrealismo do pintor René Magritte, um ícone da identidade cultural belga.
Na parte interna da gola, uma provocação em francês: “Ceci n’est pas un maillot” (Isto não é uma camisa). É uma referência direta à obra A Traição das Imagens, que brinca com a percepção do espectador.
Em campo, a camisa ganhou um significado extra. A reação diante de Senegal entrou para a história da campanha e fez o modelo virar símbolo de superação entre jogadores e fãs.
O resultado? A peça esgotou rápido nos canais de venda e bombou nas redes, com torcedores exaltando a mistura de arte e futebol.
Para quem achava que era só mais um uniforme, a resposta veio em forma de classificação e estilo. Coisa fina, no melhor estilo belga.
Fonte: mktesportivo.com







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