Você, torcedor capixaba, que tá de olho na Copa do Mundo nos Estados Unidos, já viu as imagens de arquibancadas com um montão de lugares vazios, né? Mas não é marasmo, não. A parada é que o assento é numerado, e isso dá a liberdade do torcedor circular à vontade, sem medo de perder o lugar.
No MetLife Stadium, que recebeu mais de 80 mil almas em França x Suécia, o esquema funciona que é uma beleza. Com wi-fi de primeira, o torcedor pede comida e bebida pelo celular, passa nas lojas oficiais e curte as ativações dos patrocinadores – tudo espalhado pelo estádio.
Quem gosta de mordomia também tem vez: lounges e camarotes oferecem serviço de hotel cinco estrelas, gastronomia de alto nível e até aquele papo com ex-jogadores. E o melhor: sem grades separando os setores, cada área atrai um público diferente – da família ao executivo, todo mundo circulando e gastando.
O pulo do gato americano é enxergar o estádio como um centro de entretenimento completo. Os camarotes se transformam em escritórios, os lounges em bares chiques e o gramado, depois do jogo, vira palco para shows. A meta é vender uma experiência inesquecível, bem além do ingresso.
Não é à toa que arenas como SoFi Stadium (Los Angeles), AT&T Stadium (Dallas) e o MetLife valem bilhões. A conta fecha porque cada detalhe foi pensado pra fazer o torcedor abrir a carteira. E a lição da Copa? Cadeira vazia não é derrota; é torcedor gastando feliz.
Fonte: maquinadoesporte.com.br







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